Casas populares terão energia solar em São Paulo

Projeto piloto é uma parceria entre Secretarias Estaduais, distribuidoras de energia e CDHU, que prevê reduzir a conta de luz das famílias de baixa renda e fomentar a geração de energia fotovoltaica

Um trabalho conjunto das Secretarias de Energia e Mineração e da Habitação, por meio da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano), com as concessionárias de distribuição de energia, prevê a instalação de placas solares fotovoltaicas nas casas construídas pela CDHU, com recursos do Programa de P&D da Aneel, para a geração de até 80% da energia consumida pelas famílias. O projeto piloto tem como objetivo estabelecer um padrão para futuras construções, fomentar a energia fotovoltaica no setor residencial e aumentar a participação da geração solar na matriz energética do Estado.

Na primeira fase, serão instalados sistemas fotovoltaicos em 14 unidades habitacionais do Conjunto Habitacional em Pontes Gestal e mais outras 8 unidades no Conjunto Habitacional em Elisiário. Também está em desenvolvimento outros projetos semelhantes para 93 residências em São José dos Campos e 104 unidades residenciais na cidade de São Paulo.

Nesta primeira fase do projeto o morador não terá nenhum custo. Na segunda fase, os custos serão incorporados ao valor do empreendimento, de forma que estes sejam menores que o atual e que isto impacte da menor maneira possível no preço final da habitação. O preço total do imóvel tem que ser mantido dentro dos padrões dos programas da CDHU.

O convênio de cooperação assinado nesta quarta-feira, 21 de dezembro, faz parte do compromisso do Estado em reduzir as emissões de gases de efeito estufa, diversificar a matriz energética, aumentar a segurança energética e ampliar a participação de fontes renováveis no portfólio de geração de energia conforme determina o Plano Paulista de Energia (PPE) e a Política Estadual de Mudanças Climáticas (PEMC). A parceria vigorará pelo prazo de dezoito meses, contados da data de sua assinatura e poderá ser prorrogada.
“A geração de energia elétrica a partir do aproveitamento do potencial solar existente em território paulista se mostra imprescindível para o aumento da segurança energética, desenvolvimento do setor, geração de emprego e renda no Estado”, disse o secretário de Energia e Mineração João Carlos Meirelles.

Em 2015, as 16 milhões de residências no Estado foram responsáveis pelo consumo de 30% de toda energia consumida segundo o balanço energético publicado em setembro pela Secretaria de Energia e Mineração.
“Esta parceria do Governo do Estado com as concessionárias irá permitir consolidar esta iniciativa em grande escala. O objetivo é que os moradores possam economizar na conta de energia e incentivar o uso de energia renovável”, afirma o secretário da Habitação Rodrigo Garcia.

A Secretaria da Habitação desenvolve estudos e possui diretrizes para o aprimoramento da política de sustentabilidade dos empreendimentos habitacionais como o uso racional e aquecimento da água nas residências. Agora, esse projeto piloto vai estabelecer as recomendações, diretrizes e especificações técnicas para os próximos empreendimentos.

“A CDHU sempre buscou a inovação nos seus empreendimentos, com a introdução de tecnologias. Temos uma larga experiência com aquecedores solares, que ajudou a consolidar o seu uso em moradias em geral, não só nas casas populares. Agora a introdução de energia fotovoltaica é mais uma conquista da companhia e representa investimento responsável que traz o melhor retorno”, disse o presidente da CDHU, Marcos Penido. O uso de aquecedores solares em empreendimentos da CDHU gera uma economia de 12,7 mil MWH/mês, o que equivale ao consumo mensal de uma cidade de 311 mil habitantes, como por exemplo, Presidente Prudente.

As concessionárias AES Eletropaulo, Elektro, EDP Bandeirante, CPFL Energia e Energisa estão participando desses projetos em conformidade com Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), que determina para as distribuidoras a obrigatoriedade de investir 1% da receita operacional liquida em eficiência energética e pesquisa e desenvolvimento.

Sobre o potencial de geração solar no Estado de SP
A Subsecretaria de Energias Renováveis coordenou os estudos que apontam o potencial de energia solar do Estado de São Paulo para geração fotovoltaica de 12 TWh/ano.
O mapeamento dos níveis e faixas de irradiação mostram a viabilidade técnica e econômica para a geração de energia fotovoltaica entre as faixas de radiação anual de 5,61 e 5,70 kWh/m²/dia, considerando a melhor faixa de aproveitamento, correspondente a 0,3% do território paulista.
O estudo reúne 25 mapas que mostram o potencial de geração solar em cada uma das regiões do Estado de São Paulo.
Acesse o estudo da Energia Solar Paulista – Levantamento do Potencial, no site www.energia.sp.gov.br

Morar Bem, Viver Melhor
O Morar Bem, Viver Melhor é a Política Habitacional do Estado de São Paulo. Reúne todas as ações e investimentos da Secretaria de Estado da Habitação, como infraestrutura, urbanização, requalificação, acessibilidade, qualidade das construções e equipamentos, cuidados com o meio ambiente, inovações e qualidade de vida para as famílias atendidas.

fonte: GRUPO SEGS – PORTAL NACIONAL


Governo do Mato Grosso do Sul concede isenção de ICMS para minigeradores de energia elétrica

Incentivando a produção de energia renovável e o consumo consciente, o governo de Mato Grosso do Sul beneficia, desde o início de dezembro, consumidores residenciais, comerciais e de empreendimentos rurais que investirem na microgeração de energia elétrica renovável, como a energia solar fotovoltaica. O decreto nº 14.617, de 6 de dezembro de 2016, foi publicado isentando o ICMS sobre o excedente produzido.

O consumidor que optar por gerar a própria energia por meio de fontes renováveis pode trocar com a concessionária local seu excedente e obter descontos na conta de luz. O abatimento ocorre por meio da isenção do ICMS sobre a energia elétrica trocada entre consumidor e distribuidora.

Com isso, o consumidor pagará apenas o imposto sobre a energia consumida e, com a geração excedente, acumula créditos junto à distribuidora que podem ser usados como abatimento.

Para o governador Reinaldo Azambuja, a adesão de Mato Grosso do Sul ao Convênio do Confaz vai beneficiar a população na cidade e também no campo, além de promover o desenvolvimento de novas tecnologias de geração de energia renovável. “Nosso Estado era um dos únicos que ainda não havia aderido à proposta. Contudo, decidimos fazer parte desse projeto, uma vez que a medida está alinhada com nossa política de desenvolvimento sustentável”, reforçou.

Microgeração e minigeração de energia

O sistema de microgeração e minigeração distribuída são denominados como centrais geradoras de energia elétrica, com potência instalada menor ou igual a 100 kW para o primeiro, e, superior a 100 kW e menor ou igual a 1 MW para o segundo e que utilize fontes com base em energia hidráulica, solar, eólica, biomassa ou cogeração qualificada, conforme regulamentação da ANEEL, conectada na rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras.

Desta maneira é criado o sistema de compensação de energia elétrica, no qual a energia ativa gerada por unidade consumidora com microgeração distribuída ou minigeração distribuída compense o consumo de energia elétrica ativa.

Pelo sistema a unidade geradora instalada em uma residência, por exemplo, produzirá energia e o que não for consumido será injetado no sistema da distribuidora, que utilizará o crédito para abater o consumo nos meses subsequentes. Os créditos poderão ser utilizados por prazo determinado e as informações estarão contidas na fatura do consumidor.

A medida havia sido anunciada em outubro deste ano, durante reunião do governador Reinaldo Azambuja e a diretoria da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), após formalização do convênio ICMS 16/2015 do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Assim, a administração estadual fica autorizada a conceder isenção do ICMS nos termos do Sistema de Compensação de Energia Elétrica, estabelecido pela Resolução Normativa nº 482, de 17 de abril de 2012 da Aneel – que regulamenta a micro e a mini geração.

Sol como aliado

O Brasil é um país privilegiado em termos de insolação. De acordo com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), que considera os dados do relatório “Um Banho de Sol para o Brasil”, elaborado pelo Instituto Vitae Civilis, o país recebe energia solar da ordem de 1.013 MW/h anuais, o que corresponde a cerca de 50 mil vezes o seu consumo anual de eletricidade.

Os Estados brasileiros recebem, em média, entre 3 e 8 horas por dia de insolação. O Nordeste é a região de maior radiação solar, com média anual comparável às melhores regiões do mundo, como a cidade de Dongola, no deserto do Sudão (África), e a região de Dagget, no Deserto de Mojave, na Califórnia (EUA).

Apesar de todo esse potencial, o país tem um número muito pequeno de equipamentos que convertem energia solar em elétrica, decorrente entre outros fatores, dos altos custos dos equipamentos. No Brasil, o investimento em um sistema básico de placas fotovoltaicas tem seu retorno em aproximadamente seis anos, tendo uma vida útil de 30 anos, ou seja, após o período de amortização o utilizador não terá nenhum custo de energia.

Conforme dados da Secretaria de Desenvolvimento e Meio Ambiente de MS (Semade), atualmente existem 143 projetos de microgeração de energia elétrica renovável em Mato Grosso do Sul. O secretário Jaime Verruck salientou que com a permissão da compensação e a isenção do ICMS, a expectativa é aumentar a procura por investimentos nessa tecnologia. “Já temos alguns empreendimentos de usinas solares fotovoltaicas previstos para MS e um deles é na região de Cassilândia e Paranaíba. O governador nos solicitou e vamos criar um programa estadual de energias renováveis, pois além da energia fotovoltaica, temos outros projetos de biomassa previstos”, declarou.

Entre os benefícios desse tipo de geração de energia estão: redução da emissão de carbono, utilizando fontes de energia renováveis ao invés de combustíveis fósseis, ajudando a combater os efeitos da mudança climática; utilização de fontes de energia renováveis não esgota os recursos naturais da Terra; uso de recursos livremente disponíveis, tais como o vento e o Sol podem fazer os custos de energia de modo geral ser reduzidos; promoção de mercado de energia competitivo, uma vez que há menos dependência de grandes empresas de energia, garantindo que a energia acessível está disponível para todos, incentivado os usuários a pensar e usar a sua própria energia e educar outras pessoas; crescimento da indústria e geração de novos empregos.

fonte: MS Notícias


Brasil registra mais de 4 mil conexões de geração de energia fotovoltaica

A tecnologia de captação de energia solar tem aumentado sua eficiência nos últimos anos

O Brasil possui grande potencial para o desenvolvimento da energia solar. Até agosto deste ano foram realizadas 5.040 conexões de geração de energia pelo próprio consumidor – conhecida por micro e minigeração distribuída. Entre as energias renováveis mais utilizadas, a solar fotovoltaica é a fonte que mais se destaca, com 4.955 conexões. Os dados são da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Duas em cada três centrais de autogeração de energia foi instalada em 2016 Até o final de 2015, todos os países do mundo computavam uma potência instalada solar fotovoltaica de 234 GW

Duas em cada três centrais de autogeração de energia foi instalada em 2016
Até o final de 2015, todos os países do mundo computavam uma potência instalada solar fotovoltaica de 234 GW

De acordo com Rodrigo Sauaia, presidente da Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar), a busca pela geração de energia elétrica pelo consumidor vem aumentando.

Entre os locais com autogeração de energia fotovoltaica – conhecida também como centrais de autogeração de energia – cerca de 78% foram contratadas por residências, 15% por comércio e associações, e o restante, pela indústria.

Para Sauaia, o aumento da procura tem a ver com o aumento da conta de luz para o consumidor final no último ano, pois “é ele quem sente mais no bolso o aumento do preço da conta no fim do mês”, explica.

O Estado com o maior número de micro e minigeradores é Minas Gerais (1.226 conexões), seguido de São Paulo (711) e Rio Grande do Sul (564).

Incentivo

Para ampliar e aprofundar as ações de estímulo à geração de energia pelos próprios consumidores, o Ministério de Minas e Energia (MME) lançou, em dezembro de 2015, o Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica (ProGD). Com R$ 100 bilhões em investimentos do ProGD, a previsão é que, até 2030, 2,7 milhões de unidades consumidoras poderão ter energia gerada por elas mesmas.

O presidente da Absolar explica que, para o consumidor final, o investimento para geração de energia fotovoltaica custa cerca de R$ 15 a R$ 25 mil. Sauaia destaca que esse investimento demanda de 6 a 12 anos para se pagar.

Para o especialista em regulação da Aneel, Daniel Vieira, o consumidor vem percebendo que há vantagens na adoção do sistema, pois se paga muito antes da vida últil das placas solares, que têm 25 anos de garantia.

Oferta mundial

Até o final de 2015, todos os países do mundo computavam uma potência instalada solar fotovoltaica de 234 GW, considerando também a expansão de 52 GW no ano.

De acordo com dados da Agência Internacional de Energia (IEA), a geração solar poderá responder por cerca de 11% da oferta mundial de energia elétrica em 2050 (5 mil TWh). A área coberta por painéis fotovoltaicos capaz de gerar essa quantidade é de 8 mil km², o equivalente a um quadrado de 90 km de lado.

Para 2024, a estimativa do Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE-2024), é que a capacidade instalada de geração solar no Brasil chegue a 8.300 MW. A proporção da geração solar chegará a 1% da total. Os estudos do PDE 2025, em elaboração, sinalizam a ampliação dessas previsões.

Fonte: Portal Brasil, com informações da Aneel, Absolar e IEA


Inaugurada a 1ª usina solar em prédio do governo federal brasileiro

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Minas e Energia inaugura 1ª usina solar em prédio do governo federal

Considerando a vida útil do sistema, superior a 25 anos, um total de 161 toneladas de CO2 deixará de ser emitido

A geração de energia solar é importante para o País atingir suas metas assumidas na COP 21

A geração de energia solar é importante para o País atingir suas metas assumidas na COP 21.

O prédio do Ministério de Minas e Energia (MME) é o primeiro órgão do governo federal na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, a contar com sistema de geração de energia solar fotovoltaica conectado à rede de distribuição.

Com o sistema, inaugurado nesta quinta-feira (17), o local deixará de emitir 6,4 toneladas de CO2 na atmosfera e economizará cerca de R$ 70 mil ao ano.

Em entrevista ao Portal Brasil, o ministro da pasta, Fernando Coelho Filho, destacou que, além da economia de energia, o sistema instalado simboliza o compromisso do governo brasileiro com a utilização de fontes de energia renováveis, além da fonte hídrica.

O projeto é fruto de um acordo de cooperação técnica entre o MME e a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) para a instalação do primeiro sistema da Esplanada dos Ministérios, em Brasília, conectado à rede de distribuição.

 

 

Compromisso 

A instalação do sistema vai ao encontro do compromisso assumido na COP 21, quando o País se comprometeu a expandir o uso doméstico de energia gerada por fontes renováveis, além da energia hídrica, para ao menos 23% da matriz elétrica, até 2030.

O ministro enfatizou que “o presidente Michel Temer depositou na ONU o compromisso do Brasil, assumido na COP 21, de poder ampliar as matrizes energéticas renováveis além da fonte hídrica. O MME, responsável pela edição de políticas do setor, já gera parte da sua energia de forma sustentável e renovável”, comemorou.

Funcionamento

O sistema de geração distribuída solar fotovoltaica está instalado no telhado do edifício-sede do MME, dessa forma, será possível compensar parte da eletricidade consumida por meio de geração própria.

Foram instalados 154 painéis solares (1,0 x 1,64 m), sem a alocação de recursos do orçamento do governo federal. O investimento, estimado em de R$ 400 mil, foi viabilizado pela Absolar e seus associados.

Considerando a vida útil do sistema, superior a 25 anos, um total de 161 toneladas de CO2 deixará de ser emitido pelo sistema. Isso equivale a uma área de floresta de 3 mil m² ou cerca de 900 mil quilômetros rodados por carros de passeio das ruas do País.

A energia que venha a sobrar (por exemplo, o que for gerado nos finais de semana e feriados) será entregue à Companhia Energética de Brasília (CEB), e esse crédito poderá ser utilizado em até 60 meses.

Incentivo

A geração distribuída já é regulada no País, e o consumidor de energia elétrica pode fazer essa opção e solicitar a sua conexão à rede. A energia gerada pelo sistema fotovoltaico é de 20% a 30% mais econômica que a comprada em baixa tensão do sistema elétrico.

“É uma tendência natural no mundo todo. A instalação no ministério dá ao consumidor a confiança e o conhecimento necessários para que ele possa também adotar o mesmo tipo de sistema na sua casa ou na sua empresa”, declarou o presidente da Absolar.

Fonte: Portal Brasil, com informações do MME


Engenharia do Exército Brasileiro atuando com fotovoltaica

clipboard01Poços artesianos no nordeste, com bomba d’água acionada pela energia elétrica fotovoltaica off grid. É o impacto prático e positivo da energia derivada do sol, melhorando as condições de vida dos brasileiros em localidades remotas, em seus rincões mais humildes. trazendo a festa da água doce e limpa onde ela já não existia mais.

Assista ao vídeo abaixo, gravado pela reportagem da Rede Globo em São João do Sabugi-RN, onde o Comando Militar do Nordeste, Primeiro Grupamento de Engenharia, instalou um dos 200 poços artesianos fotovoltaicos que pretendem espalhar por cinco Estados no NE brasileiro.

O impacto humano, psicológico, social e econômico nestas comunidades é impressionante.

Att
Equipe Solenerg

 


Energia Solar aplicada aos Centros Comunitários de Produção

GUIA PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETOS

Eletrificação rural sustentável e o uso das fontes renováveis de energia – volume 2

IICA/Eletrobras

O Programa Nacional de Universalização do Acesso e Uso da Energia Elétrica – Luz Para Todos – é um programa de eletrificação rural criado pelo Governo Federal e instituído pelo Decreto nº4.873, de 11 de novembro de 2003.

clipboard01Considerado um dos maiores programas de eletrificação rural do mundo, o Programa Luz Para Todos beneficiou inúmeras comunidades no interior do país com o serviço público de energia elétrica. O Programa é coordenado pelo Ministério das Minas e Energia (MME), operacionalizado pelas Centrais Elétricas Brasileiras S.A. (Eletrobras) e executado pelas concessionárias de distribuição ou pelas cooperativas autorizadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

Apesar do significativo avanço do Programa em âmbito nacional, uma parcela da população, que vive principalmente em áreas remotas da região amazônica, ainda carece do benefício do serviço público de energia elétrica. Nessas localidades, levar energia por meio da extensão de redes convencionais de distribuição é uma tarefa inviável por questões técnicas, econômicas ou ambientais. Diante desse desafio, os atores do setor elétrico envolvidos: MME, ANEEL, Eletrobras e Agentes Executores do Programa Luz Para Todos, têm buscado soluções alternativas para a universalização do serviço de energia elétrica, onde as fontes renováveis de energia se apresentam como uma das opções para a eletrificação rural.

Assim, a Eletrobras estabeleceu uma parceria com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura – IICA, celebrando o Projeto de Cooperação Técnica BRA/IICA/09/ 001 ”Acesso e uso da energia elétrica como fator de desenvolvimento de comunidades do meio rural brasileiro”, em 18 de março de 2009, com a finalidade de criar processos e metodologias para o desenvolvimento de capacidades, na Eletrobras e em seus parceiros, para a execução de projetos com foco no atendimento de energia elétrica para as comunidades que carecem desse serviço, com ênfase na utilização de fontes renováveis e seu uso produtivo como vetor de desenvolvimento dessas comunidades. A dificuldade para a universalização do serviço de energia elétrica em áreas remotas não se restringe apenas às questões logísticas e técnicas, pois ela também passa pelas questões regulatórias e legais.

Diante dessa realidade, a Resolução Normativa da ANEEL nº 493, de 5 de junho de 2012, estabeleceu os procedimentos e as condições de fornecimento por meio de Microssistema Isolado de Geração e Distribuição de Energia Elétrica – MIGDI ou Sistema Individual de Geração de Energia Elétrica com Fonte Intermitente – SIGFI. O Decreto nº 8.387, de 30 de dezembro de 2014, estabeleceu a vigência do Programa Luz Para Todos para até 2018, enquanto o Decreto nº 8.493, de 15 de julho de 2015, determinou que os atendimentos às Regiões Remotas dos Sistemas Isolados sejam feitos através de contratações no âmbito desse Programa.

Pesquisas realizadas na esfera dos programas de eletrificação rural indicam que apenas o acesso à energia elétrica não garante o desenvolvimento socioeconômico local das comunidades. É preciso levar algo mais, que possibilite melhorar a condição de renda dessas comunidades com o uso da eletricidade. Assim, o Governo Federal e a Eletrobras têm investido no desenvolvimento dos Centros Comunitários de Produção – CCP, com o objetivo de promover o uso produtivo e eficiente da energia elétrica.

Nesse contexto e considerando a atual fase do Programa, em que as comunidades sem energia elétrica estão localizadas em áreas remotas e isoladas, ganham força os projetos de geração de energia elétrica a partir de fontes renováveis para o suprimento de unidades modulares de produção. Assim, as novas iniciativas deverão estar focadas na busca de sustentabilidade para esses novos tipos de projetos, considerando o arcabouço regulatório relativo à eletrificação rural e às questões sobre tecnologias e modelos de gestão, de forma a minimizar riscos para as concessionárias de distribuição. Além disso, devem ser priorizadas as ações para difundir técnicas e orientações aos consumidores sobre o uso produtivo e eficiente da energia elétrica.

livroEsperamos que este livro seja um instrumento de capacitação, ou orientação, para profissionais do Setor Elétrico e auxilie os Agentes Executores, ou seja, as concessionárias de distribuição e as cooperativas de eletrificação rural autorizadas, no alcance de suas metas de universalização do acesso ao serviço de energia elétrica, com a replicação de projetos de geração por meio de sistemas solares fotovoltaicos para beneficiamento de produtos primários em comunidades rurais localizadas em áreas remotas, impossibilitadas de atendimento pela rede de distribuição.

Eduardo Luís de Paula Borges
Gerente da Divisão de Estudos Técnicos de Projetos Setoriais da Eletrobras
Diretor Substituto do Projeto de Cooperação Técnica BRA/IICA/09/01

Clique aqui para ler o livro completo

energia-solar-aplicada-aos-centros-comunitarios-de-producao

 


Chamada para o curso de fotovoltaica de novembro/16 – ÚLTIMAS VAGAS

CURSO DE PROJETO E INSTALAÇÃO DE GERADORES SOLARES FOTOVOLTAICOS

Chamada para o curso de fotovoltaica de novembro/16 – ÚLTIMAS VAGAS2

Capacite-se ainda este ano. A turma dos dias 17, 18 e 19 de novembro do nosso curso de geração de eletricidade fotovoltaica está pronta.

Ementa/brochura do curso – veja aqui

Ficha de pré inscrição – veja aqui

São as últimas vagas de 2016, aproveite! Inscreva-se ainda hoje e garanta a sua capacitação. Aproveite para indicar a um amigo ou colega de trabalho.

” (…) Na Solenerg, um curso mais completo que os demais disponíveis. São 3 dias de intenso aprendizado, com 20 horas/aula, proporcionando a cada participante uma experiência + efetiva e valiosa, abrindo as portas da tecnologia fotovoltaica, que nos próximos meses deverá gerar cerca de 100 mil novos postos de trabalho especializados (…)”

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Mais informações com Caetano:
Fixo:(31) 3166-6142
Vivo:(31) 99530-7411 (whatsapp)
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cursos-solenerg-engenharia2Uma oportunidade única para você aprender, dominar e se aprimorar na tecnologia fotovoltaica

Curso interativo e dinâmico que inclui apresentação das tecnologias utilizadas na área fotovoltaica, de técnicas de projeto (dimensionamento e elaboração de projetos conceituais, memoriais descritivos e diagramas) e instalação de micro geradores fotovoltaicos, tanto autônomos quanto conectados à rede, dos procedimentos para solicitar conexão à rede da Cemig e práticas de dimensionamento, de instalação de painel em telhado, de montagem de uma caixa de proteção e visita técnica a um gerador conectado à rede em operação.

Próxima turma: 17 à 19 de novembro de 2016
Carga horária: 20 h – quinta e sexta > 08h30 às 17h30; e sábado > 08h30 às 12h30;
Local: Centro de Capacitação em Tecnologia (CCT) da Loja Elétrica
Av. Pedro II, nº 3.703, bairro Padre Eustáquio, Belo Horizonte – MG > clique aqui para ver no mapa;

Forma de pagamento: transferência ou depósito em conta-corrente (solicitamos que nos envie por e-mail o comprovante logo após efetuar o pagamento);

Valor: R$ 1.100,00*
*Para pagamentos confirmados até 14 dias antes da data de início do curso haverá um desconto especial de 10%;
*Para pagamento entre 14 e 7 dias antes do curso haverá um desconto especial de 5%.

cursos-solenerg-engenharia1Para mais detalhes, clique aqui para ver a brochura do curso

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INSCRIÇÕES

Primeiro passo: Inscreva-se agora > clique aqui para preencher a ficha de pré inscrição;

Segundo passo: A Solenerg enviará um e-mail reservando a sua vaga, com instruções para pagamento; Efetue seu pagamento o mais breve possível e encaminhe seu comprovante por email;

Terceiro passo: Identificado seu pagamento, a Solenerg enviará um e-mail com a confirmação da sua inscrição e um documento com instruções completas para o dia do curso, além de um link para estudos e download do material, para sua preparação.

Confirme com antecedência sua inscrição. Aproveite o desconto especial.

Não deixe para os últimos dias! As vagas são limitadas e terminam rapidamente.

Att
Equipe Solenerg Engenharia
Fixo:(31) 3166-6142
Vivo:(31) 99530-7411 (whatsapp)
cursos@solenerg.com.br
www.solenerg.com.br

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Curso de Projeto e Instalação de Geradores Solares Fotovoltaicos on-off grid
Organização Solenerg Engenharia Ltda.
CNPJ: 02 128 550 0001-16
www.solenerg.com.br


Alimentar uma casa com energia solar não é mais coisa de sci-fi

Tesla revela telhado solar ousado e uma nova versão de sua bateria para casas

Uma nova versão do badalado Powerwall e o anúncio de uma linha de painéis solares mais bonitos e resistentes que os convencionais são as últimas novidades da TESLA, grande desenvolvedora internacional de tecnologias renovavéis, mais conhecida do grande público pelo automóvel que leva seu nome.

Custando US$ 5,5 mil (R$ 17,6 mil), a edição reformulada da bateria elétrica da marca apresentada boas melhorias em relação ao modelo original – anunciado em maio de 2015. O novo brinquedinho da Tesla Energy é capaz de armazenar 14 kWh de energia e oferecer 5 kW de corrente contínua para uso interno das casas, podendo chegar a picos de até 7 kW se for necessário. O projeto do Powerwall 2 também evoluiu, ganhando um inversor integrado, sistema de resfriamento líquido e um software dedicado ao gerenciamento de seus recursos.

Além de essa plataforma conseguir, de forma inteligente, distribuir a energia coletada por geradores e receptores solares, ela também dá a oportunidade para que o próprio usuário possa customizar a operação em casos específicos. Se o sol não apareceu muito nos últimos dias, por exemplo, é possível reduzir o consumo da bateria ou direcionar seu uso para dispositivo com menor demanda. Outra opção é liberar a carga total do produto para alimentar a casa em épocas em que a eletricidade está mais cara.

As primeiras instalações do equipamento estão agendadas para começar em janeiro de 2017 nos EUA e em fevereiro do mesmo ano em alguns países da Europa. Como o uso do aparelho é bastante amplo, sua tecnologia tende a melhorar com o tempo e sua expectativa de vida é consideravelmente alta – podendo durar dez anos trabalhando continuamente –, a ideia é que a grana exigida para ter um Powerwall 2 em casa seja encarada mais como um investimento à longo prazo do que um gasto propriamente dito.

É possível instalar o equipamento dentro ou fora de casa

Energia limpa ao alcance de todos

Na mesma conferência para a imprensa, Musk falou sobre a sua nova ideia para popularizar os painéis de energia solar: telhas solares de vidro texturizado. Se você era do tipo que resistia a colocar esses receptores no seu telhado porque eles eram feios ou chamativos demais, saiba que essa desculpinha está com os dias contados. Isso porque essa nova linha de painéis da Tesla age como uma cobertura comum para a sua casa e simula uma infinidade de materiais usados comumente para essa tarefa.

O projeto é uma colaboração da empresa com a SolarCity – uma fabricante tradicional desse tipo de produto que está na mira de Musk para uma futura aquisição – e, graças a uma técnica de impressão hidrográfica, consegue produzir peças com um visual único. Isso significa que o seu telhado não vai ser exatamente igual ao do seu vizinho, mesmo se ambos tiverem comprado o mesmo modelo desses “azulejos” tecnológicos. As opções de estilo, como é possível conferir na galeria abaixo, são: Toscana, Ardósia, Suave e Texturizado.

O material empregado no produto parece ser extremamente resistente

Além da aparência bacanuda, a ideia da Tesla é que, futuramente, outros recursos possam ser agregados às telhas, como um sistema de descongelamento ou aquecimento semelhante ao presente nos vidros de muitos dos carros nos EUA, permitindo que, durante períodos de neve, os painéis estejam sempre expostos para receber a luz solar. Adicionalmente, o material empregado no produto parece ser extremamente resistente a impactos, arranhões e condições diversas do clima – uma boa notícia para quem sofre com telhas quebradas.

O preço dessas belezinhas? Bem, até agora, não há um valor definido para a metragem do produto – nem a sua data de chegada ao mercado, para ser mais sincero. Mesmo não abrindo o jogo quanto a números, o CEO da empresa afirmou que a ideia é que o novo brinquedinho seja barato o suficiente para que quem já esteja pensando em trocar o telhado considere a telha solar como uma opção bastante viável.

Dominação mundial 2.0

Unindo todas as notícias recentes a respeito da Tesla, fica difícil não ver um plano de expansão e de mudança do ecossistema de energia se desdobrando diante dos nossos olhos. Musk parece estar 99% dedicado a fazer com que a eletricidade seja a forma de energia padrão para consumo nas cidades. Por que não 100%? Porque a vontade de explorar Marte é algo bastante real para o chefão da companhia.

A Tesla quer oferecer produtos nos três mercados que são os pilares das soluções de energia solar

O próprio executivo já admitiu que a Tesla que oferecer produtos nos três mercados que ele acredita serem os pilares das soluções de energia solar: geração, armazenamento e transporte. Desenvolvendo, fabricando e vendendo itens como painéis solares, baterias em tamanho família e automóveis movidos completamente a eletricidade, é de se imaginar que a estratégia de Musk esteja bem adianta, não é mesmo?


Curso de energia elétrica fotovoltaica em novembro/16

Curso de Projeto e Instalações de Geradores Solares Fotovoltaicos on/off grid

” (…)Um curso interativo e dinâmico, mais completo do que os disponíveis atualmente. São 3 dias de intenso aprendizado, com 20 horas/aula, proporcionando a cada participante uma experiência + completa e valiosa, abrindo as portas para essa tecnologia que nos próximos meses deverá gerar cerca de 100 mil novos postos de trabalho especializados.(…)”

A próxima turma do CURSO DE PROJETO E INSTALAÇÃO DE GERADORES SOLARES FOTOVOLTAICOS da Solenerg Engenharia vai acontecer nos próximos dias em Belo Horizonte/MG.

Aproveite a turma de novembro/16 – (17, 18 e 19) – que está sendo formada. Garanta sua vaga.

cursos-solenerg-engenharia

Nosso curso inclui a apresentação das tecnologias utilizadas na área, de técnicas de projeto (dimensionamento e elaboração de projetos conceituais, memoriais descritivos e diagramas) e instalação de micro geradores fotovoltaicos, tanto autônomos quanto conectados à rede, dos procedimentos para solicitar conexão à rede da Cemig e práticas de dimensionamento, de instalação de painel em telhado, de montagem de uma caixa de proteção e visita técnica a um gerador conectado à rede em operação.

Com escopo e objetivos bem definidos, o curso apresenta as tecnologias utilizadas nesta forma de captação da energia solar, permitindo aos participantes conhecerem características básicas da tecnologia, dos geradores e do mercado, parâmetros de avaliação, dimensionamento e instalação, propiciando uma capacitação para elaboração e análise de projetos conceituais, memoriais descritivos, diagramas e para trabalhos de instalação de micro geradores.

O curso é realizado de uma forma interativa e inclui uma parte expositiva, uso de software (PVSyst), práticas de campo e de dimensionamento de geradores autônomos e para conexão à rede (estudo de casos). Inclui visita técnica a uma instalação de geração fotovoltaica conectada à rede em operação.

Serão entregues a cada participante certificado de participação, uma apostila e disponibilizado um pacote digital com o conjunto de slides e filmes apresentados, exercícios e documentos importantes.

Próxima turma: 17 de novembro de 2016
logoCarga horária: 20 h – quinta e sexta > 08h30 às 17h30; e sábado > 08h30 às 12h30;
Local: Centro de Capacitação em Tecnologia (CCT) da Loja Elétrica
Av. Pedro II, nº 3.703, bairro Padre Eustáquio, Belo Horizonte – MG > clique aqui para ver no mapa;

Forma de pagamento: transferência ou depósito em conta-corrente (solicitamos que nos envie por e-mail o comprovante logo após efetuar o pagamento);

Valor: R$ 1.100,00 (são 3 dias de aprendizado, 20hs/aula)

Organização:
Solenerg Engenharia Ltda
CNPJ: 02 128 550 0001-16
www.solenerg.com.br
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Para mais detalhes, clique aqui para ver a brochura do curso

INSCRIÇÕES

solenerg-curso edicao 9Primeiro passo: Inscreva-se agora > clique aqui para preencher a ficha de pré inscrição;
Segundo passo: A Solenerg enviará um e-mail reservando a sua vaga, com instruções para pagamento; Efetue seu pagamento o mais breve possível e encaminhe seu comprovante por email;
Terceiro passo: Identificado seu pagamento, a Solenerg enviará um e-mail com a confirmação da sua inscrição e um documento com instruções completas para o dia do curso, além de um link para estudos e download do material, para sua preparação.

Confirme com antecedência sua inscrição. Aproveite o desconto especial.
Não deixe para os últimos dias! As vagas são limitadas.

Att.
Equipe Solenerg Engenharia
(31) 3166-6142 | (31) 99530-7411 (whatsapp)
www.solenerg.com.br

Um curso interativo e dinâmico, mais completo do que os disponíveis atualmente. São 3 dias de intenso aprendizado, com 20 horas/aula, proporcionando a cada participante uma experiência + completa e valiosa, abrindo as portas para essa tecnologia que nos próximos meses deverá gerar cerca de 100 mil novos postos de trabalho especializados.


Vagas esgotadas para a turma de outubro/16

CURSO DE PROJETO E INSTALAÇÃO DE GERADORES SOLARES FOTOVOLTAICOS

 

Informamos que as vagas para a turma de 27 à 29 de outubro/16 estão esgotadas.

Estamos preparando a turma de novembro/16, reserve já a sua vaga, clique aqui

Próxima turma: de 17 a 19/11/16

Curso interativo e dinâmico que inclui apresentação das tecnologias utilizadas na área, de técnicas de projeto (dimensionamento e elaboração de projetos conceituais, memoriais descritivos e diagramas) e instalação de micro geradores fotovoltaicos, tanto autônomos quanto conectados à rede, dos procedimentos para solicitar conexão à rede da Cemig e práticas de dimensionamento, de instalação de painel em telhado, de montagem de uma caixa de proteção e visita técnica a um gerador conectado à rede em operação.

cursos-solenerg-engenhariaEm 2016 o Brasil está experimentando uma expansão significativa dos geradores conectados à rede elétrica considerando que a ANEEL regulamentou a mini e a micro geração de energia reduzindo as barreiras para instalação de geração distribuída de pequeno porte com energia solar fotovoltaica de até 1 MW, abrindo caminho para os consumidores gerarem sua própria energia.
A resolução da ANEEL criou o Sistema de Compensação de Energia, que permite ao consumidor instalar micro e mini centrais fotovoltaicas em sua unidade consumidora e trocar energia com a distribuidora local. Pelo sistema, a unidade geradora instalada pelo consumidor produzirá energia e o que não for consumido será injetado no sistema da distribuidora, que utilizará o crédito para abater o consumo dos meses subsequentes. As distribuidoras já divulgaram suas normas técnicas e comerciais para a aceitação de pedidos de acesso à rede dentro do sistema de compensação de energia.

A geração de energia elétrica próxima ao local de consumo ou na própria instalação consumidora, chamada de “geração distribuída”, pode trazer uma série de vantagens sobre a geração centralizada tradicional, como, por exemplo, economia dos investimentos em transmissão, redução das perdas nas redes e melhoria da qualidade do serviço de energia elétrica. A agência espera assim oferecer melhores condições para o desenvolvimento sustentável do setor elétrico brasileiro, com aproveitamento adequado dos recursos naturais e utilização eficiente das redes elétricas. Recentemente foram realizados diversos leilões de energia de reserva que irão representar seguramente uma mudança de escala no mercado brasileiro.

cursos-solenerg-engenhariaO objetivo deste curso é apresentar as tecnologias utilizadas nesta forma de captação da energia solar permitindo aos participantes conhecerem características básicas da tecnologia, dos geradores e do mercado, parâmetros de avaliação, dimensionamento e instalação, propiciando uma capacitação para elaboração e análise de projetos conceituais, memoriais descritivos, diagramas e para trabalhos de instalação de micro geradores.

O curso é realizado de uma forma interativa e inclui uma parte expositiva, uso de software (PVSyst), práticas de campo e de dimensionamento de geradores autônomos e para conexão à rede (estudo de casos). Inclui visita técnica a uma instalação de geração fotovoltaica conectada à rede em operação. Serão entregues a cada participante certificado de participação, uma apostila e disponibilizado um pacote digital com o conjunto de slides e filmes apresentados, exercícios e documentos importantes.

Fatores Críticos – Dimensionamento do banco de baterias, módulos fotovoltaicos, controlador de carga e inversor – Normas ANEEL para sistemas para eletrificação rural – Angulo de Inclinação e Direcionamento da Captação – Custos – Exercício prático.
cursos-solenerg-engenharia

valor: R$ 1.100,00

* Para pagamentos confirmados até 14 dias antes da data de início do curso haverá um desconto especial de 10%;
* Para pagamentos confirmados entre 14 e 7 dias antes da data de início do curso haverá um desconto especial de 5%.

Matrícula:
Primeiro passo: clique aqui para preencher a ficha de pré inscrição. A Solenerg enviará um e-mail contendo mais informações (brochura, endereço, duração e forma de pagamento).

Segundo passo: Para garantir sua vaga, envie-nos um e-mail confirmando seu interesse e solicitando uma reserva. A Solenerg enviará um e-mail com os dados da conta bancária para depósito e reservará sua vaga por 3 dias.

Terceiro passo: Efetue dentro do prazo de 3 dias o depósito ou transferência bancária e envie-nos uma cópia do comprovante para o e-mail cursos@solenerg.com.br. A Solenerg enviará um e-mail com a confirmação da sua inscrição e com instruções para o dia do curso, além de um link para download do material para estudo prévio.

Saudações
Equipe Solenerg


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