Energia solar cresceu 70% em dois anos

Setor estima que, até 2030, vai responder por 10% da matriz energética, apesar do cancelamento de leilão

Planta solar em Ituverava, na Bahia, construída pela Enel Green Power Brasil - Divulgação

Planta solar em Ituverava, na Bahia, construída pela Enel Green Power Brasil – Divulgação

A geração de energia solar está experimentando um boom, como ocorreu anos atrás com a energia eólica, tendo crescido mais de 70% a capacidade de geração nos últimos dois anos. Cerca de 90% das unidades existentes foram instaladas neste período, segundo dados da SER Energia, empresa do setor. Apesar da perspectiva de forte crescimento, o governo federal cancelou o leilão de energia renovável, que seria realizado em 19 de dezembro e que incluía projetos de energia solar.

O presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Sauaia, disse que o setor, que se preparava para participar do leilão, foi surpreendido com a suspensão. Para o executivo, foi um sinal ruim aos investidores. O executivo calculou que poderiam ter sido contratados pelo menos 1.500 megawatts (MW) em projetos de energia solar, que representariam investimentos de R$ 9 bilhões até 2019:

— Foi um golpe duro para o setor no momento em que está em fase de desenvolvimento. É um sinal muito ruim para atrair novos investimentos, seja na ampliação da geração ou na fabricação de equipamentos. A energia solar está se tornando fonte complementar de geração à energia hidrelétrica, que é limpa e renovável.

Apesar da suspensão do leilão de energias renováveis, empresários e especialistas acreditam que a energia solar vai continuar crescendo a taxas elevadas no país nos próximos anos. Segundo a Absolar, com base nas projeções feitas pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), os projetos de energia solar podem chegar a 25 gigawatts (GW) em potência instalada até 2030. Eles poderão representar investimentos de R$ 125 bilhões.

Com essa expansão, se estima que a participação da energia solar na matriz energética vai passar do 0,02% em 2015 para mais de 10% em 2030.

A expectativa é que dos 25 GW de energia solar previstos para serem instalados até 2030, 17 GW sejam de geração centralizada (usinas de grande porte) e 8,2 GW de geração distribuída (em casas, edifícios comerciais e públicos, condomínios e na área rural, como em fazendas). A expectativa de o país atingir 25 GW de energia solar em 2030 integra um dos cenários construídos pela EPE, que serviu de base para o compromisso do Brasil na definição das metas nacionais de redução das emissões de gases do efeito estufa.

Há 111 projetos em andamento

Ao todo, existem 111 projetos em andamento, dos quais 12 em construção, com um total de 346 mil quilowatts (KW), e outros 99 empreendimentos que ainda não foram iniciados, de 2.634.397 KW. Com esses projetos, a Absolar estima que, já em 2018, a participação da energia solar na matriz energética ficará entre 2% e 3%.

De acordo com dados da Absolar, o segmento de microgeração solar cresceu 320% em 2015, com mais de seis mil sistemas em todo o país, com 42 MW em potência instalada, representando investimentos de R$ 375 milhões.

Na geração centralizada, a gigante italiana de energia Enel (controladora das distribuidoras de energia Ampla, que atua em 66 municípios Estado do Rio, a Coelce, no Ceará, e recentemente a Celg, que serve ao estado de Goiás) tem fortes investimentos em energia solar no país. Por meio de sua subsidiária Enel Green Power Brasil, a empresa está desembolsando cerca de US$ 980 milhões em quatro plantas solares (Nova Olinda, no Piauí, Ituverava, Horizonte e Lapa, na Bahia) que somam 807 megawatts (MW). A usina de Nova Olinda é a maior planta solar atualmente em construção na América Latina, com uma capacidade de 292 MW.

Uma vez concluídas, as quatro usinas serão capazes de gerar mais de 1,7 Terawatt/hora (TWh) por ano, o suficiente para atender a mais de 845 mil lares brasileiros por 12 meses.

Adley Piovessan, diretor executivo da SER Energia, do grupo SER-Tel, que executa projetos de energia solar e comercializa energia, disse que o crescimento das fontes renováveis na China e na Alemanha vem reduzindo drasticamente os custos dos equipamentos:

— Essa redução de preços fez o prazo de retorno do investimento em um projeto de geração solar cair de 25 anos para cerca de oito anos. O crescimento da geração de energia solar tem sido exponencial, e o potencial de expansão é absurdo. Estão vindo investimentos de fora do Brasil, além dos que estão sendo feitos por concessionárias no país.

Piovessan diz que o governo tem que aumentar linhas de crédito para compra de equipamentos no exterior e reduzir impostos. Cyro Boccuzzi, membro sênior do Instituto dos Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE), diz que há avanços na regulação sendo elaborada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), permitindo a chamada geração remota por microempreendedores:

— Agora podem se formar condomínios de consumidores que implementem um projeto em qualquer outra parte da região atendida pela mesma concessionária. Antes só era possível gerar energia no seu próprio local de consumo.

O especialista estima que, por R$ 20 mil, é possível instalar uma unidade para gerar 2 KW, o suficiente para suprir mais de 90% do consumo de uma família de quatro pessoas:

— Em alguns anos, o consumidor tem o retorno do investimento e passará a gerar sua própria energia limpa, a um baixo custo de manutenção dos equipamentos e se livrando das elevadas tarifas de energia, que subiram mais de 50% em 2015. Acredito que o país poderá ter mil MW instalados de energia solar em oito a dez anos.

Mais financiamento do BNDES

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Luiz Barroso, afirma que já vêm sendo adotados vários tipos de estímulos para o desenvolvimento da energia solar no país. Ele cita o convênio com o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que autoriza os governos estaduais a isentarem de ICMS a energia que é liberada para a rede devido ao insumo obtido com a mini geração distribuída.

A redução de mais de 70% no preço da energia solar nos últimos dez anos e o aumento de mais de 50% nas tarifas de energia elétrica em 2015 impulsionaram a geração solar no Brasil, de acordo com a Absolar. Segundo dados da Aneel, são 5.525 sistemas de micro e mini geração, dos quais 5.437 (98,4%) são de fonte solar, sendo 78% de uso residencial, 15% comercial e o restante, implementado nas indústrias, em edifícios públicos e em propriedades rurais, entre outros.

A Aneel projeta que a mini geração cresceu cerca de 800% em 2016. O BNDES também ampliou sua fatia de financiamento em projetos solares de 70% para 80%.

* * *

fonte: RAMONA ORDOÑEZ – O GLOBO
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/energia-solar-cresceu-70-em-dois-anos-20715504#ixzz4UbQFxyPm

 


Turma de fotovoltaica para fevereiro/17 está pronta

Nos dias 16, 17 e 18 de fevereiro de 2017 a Solenerg Engenharia realizará em Belo Horizonte a sua 41ª turma do Curso de projeto e instalação de geradores solares fotovoltaicos.

Tudo pronto para mais 3 dias de intenso aprendizado, introduzindo profissionais novatos e experientes, juntos, no mercado de energia solar fotovoltaica.

solenerg-cursos-2O objetivo é apresentar as tecnologias utilizadas nesta forma de captação da energia solar permitindo aos participantes conhecerem características básicas da tecnologia, dos geradores e do mercado, parâmetros de avaliação, dimensionamento e instalação, propiciando uma capacitação para elaboração e análise de projetos conceituais, memoriais descritivos, diagramas e para trabalhos de instalação de micro geradores.

O curso é realizado de uma forma interativa e inclui uma parte expositiva, uso de software (PVSyst), práticas de campo e de dimensionamento de geradores autônomos e para conexão à rede (estudo de casos). Inclui visita técnica a uma instalação de geração fotovoltaica conectada à rede em operação. Serão entregues a cada participante certificado de participação, uma apostila e disponibilizado um pacote digital com o conjunto de slides e filmes apresentados, exercícios e documentos importantes.

cursos-solenerg-engenharia3Nesta etapa é concebido e projetado o sistema e especificado o equipamento necessário para o perfeito funcionamento da instalação. Esta etapa deve ser realizada por um engenheiro eletricista ou um profissional capacitado que tenha atribuições para realização de um projeto de baixa tensão com registro no CREA em comum acordo com o consumidor. Este profissional deverá registrar a Anotação de Responsabilidade Técnica no CREA de seu estado.

 

 

< + detalhes clique aqui >

< brochura do curso aqui >

< ficha de inscrição aqui >

Att
Equipe Solenerg

 


EFICIÊNCIA DAS PLACAS FOTOVOLTAICAS RELACIONADO A LIMPEZA

Autores:

Marcos Henrique Campos Duarte – marcosdetroit@hotmail.com
Luciano Brandão – luciano_brandao_@hotmail.com
Vithor Lucas Machado Cardoso – vithorml@gmail.com
Welington Pereira dos Santos – welingtonpatos@gmail.com

Resumo

As células fotovoltaicas são um modo de produzir energia usando a energia solar. Como sabe-se, o Brasil tem um dos maiores índices de luz solar do planeta, fazendo com que essa energia seja uma boa opção de energia alternativa. Ela gera energia de acordo com a incidência solar, logo, a sujeira, tais como poeira, fezes de pássaros, seja um fator que incide diretamente na eficiência.

Este trabalho tem como objetivo analisar até que ponto essas impurezas interferem na incidência solar e na geração de energia.

Palavras-chave: Fotovoltaica,Energia,Eficiência,Impurezas

1. Introdução

Atualmente, existem muitas formas de produção de energia elétrica, como por exemplo pela captação das águas, dos ventos, água do mar, luz solar, térmicas. Alguns meios sendo renováveis e limpos, e outros sendo poluentes e não renováveis.

Os raios solares são um exemplo de energia renovável, pois a luz que é emitida pelo sol pode ser aproveitada para a geração de eletricidade e não agride o meio ambiente.

Porém, o grande vilão deste método de geração de energia é sua eficiência.

Telhado de uma casa litorânea, alta incidencia de pássaros e outras impurezas

Telhado de uma casa litorânea, alta incidência de pássaros e outras impurezas

A eficiência das células fotovoltaicas é de aproximadamente 14% da irradiação solar disponível. Como as células dependem diretamente da incidência solar, é de extrema importância fazer limpeza periodicamente, para que seja captado o máximo de fótons possíveis pelas células.

Tanto em simples instalações caseiras, como usinas em grande escala, e também em lugares remotos, a limpeza não é constante e assim vai acumulando não somente a poeira, mas dejetos animais, como fezes de pássaros por
exemplo. Tendo somente a chuva em alguns locais como limpeza natural, que ajuda na retirada de impurezas.

No entanto, esta limpeza não é suficiente pois com o tempo uma sujeira mais grossa vai aderindo no vidro do painel e prejudica a transmissividade do mesmo.

Tendo como base esse conhecimento, é de extrema importância a análise de captação de incidência solar para realização da relação de eficiência das placas sujas e limpas. (continua…)

Para ler o trabalho completo, clique no link abaixo:

EFICIÊNCIA DAS PLACAS FOTOVOLTAICAS RELACIONADO A LIMPEZA

nota Solenerg:
Este material é público, está publicado no DOCPlayer.  Não conseguimos identificar com clareza sua motivação, mas nos pareceu um trabalho escolar em grupo. Gostamos, avaliamos ser de boa qualidade e de interesse geral, por isso está aqui reproduzido.

Att
Equipe Solenerg


Descubra quais tipos de placas solares estão disponíveis no mercado

Adotar placas solares para a geração residencial de energia elétrica não é um bicho de sete cabeças. Veja quanto custa cada tipo de coletor

 preço dos coletores fotovoltaicos de 270 watts (com tamanho aproximado de 1,65 m por 1 m) varia de R$ 780 a R$ 1.100. Foto: Pixabay/Reprodução

preço dos coletores fotovoltaicos de 270 watts (com tamanho aproximado de 1,65 m por 1 m) varia de R$ 780 a R$ 1.100. Foto: Pixabay/Reprodução

Desejar que o mundo se torne cada vez mais sustentável é uma atitude louvável. Mas a prática precisa começar primeiro em seu próprio quintal.

Uma iniciativa possível é adotar as placas fotovoltaicas para a geração de energia elétrica. Mas você sabe qual o custo dessa tecnologia e quais os principais modelos disponíveis no mercado nacional e internacional?

A gente tira as suas dúvidas!

Existem dois tipos básicos de placas fotovoltaicas no mercado: a quadrada e a retangular. O preço da unidade de 270 watts é basicamente o mesmo, variando de R$ 780 a R$ 1.100. “A única coisa que muda é que a retangular tem uma perda de energia um pouquinho maior, de cerca de 0,3 watts”, explica Augusto Martins de Araujo, da Projetare Soluções em Redes.

Para quem tem uma conta de luz que gira em torno de R$ 250, são necessárias seis placas fotovoltaicas para manter o fornecimento de energia. Foto: Pixabay/Reprodução

Para quem tem uma conta de luz que gira em torno de R$ 250, são necessárias seis placas fotovoltaicas para manter o fornecimento de energia. Foto: Pixabay/Reprodução

Para uma residência com uma conta de luz de aproximadamente R$ 250, o indicado são seis placas, totalizando R$ 4,6 mil de investimento inicial, sem o valor da mão de obra, que costuma sair por até 30% do total do material, ainda de acordo com Araujo.

Lembre-se de cobrar do seu fornecedor a certificação do produto junto ao INMETRO. Segundo Araujo, a instalação das seis placas costuma levar um único dia, e o projeto do sistema com a Copel leva em média 14 dias.

Embora pareça um investimento bastante salgado, existem diversos financiamentos privados em até 72 parcelas.

E se você não tiver condições de fazer esse investimento, existe uma outra alternativa: em vez de comprar os coletores fotovoltaicos, você pode alugá-los. É isso a que se dedica a Renova Green. Com planos a partir de R$ 19,90 ao mês, mais R$ 299 da instalação do produto, você consegue abaixar razoavelmente a conta de luz e gerar parte de sua própria energia elétrica.

Mas existem outras opções interessantes no exterior se você estiver disposto a abrir um pouco mais a carteira. Como os painéis solares, recém lançados pela Tesla, que vem camuflados em telhas de vidro super-resistentes.

A novidade não só manterá a estética original dos telhados, sem as placas pretas retangulares, como também será mais leve.

Os preços da Tesla ainda não foram divulgados, mas espera-se que sejam bem “salgados”.

Outra novidade são telhas italianas que já vem com células fotovoltaicas embutidas.

Cada telha tem quatro células que transformam a luz solar em energia elétrica, e a fiação fica logo embaixo do telhado. A invenção pode gerar cerca de 3 kW de energia em uma área instalada de 40 m², o que já seria capaz de suprir as necessidades energéticas da residência.

As telhas fotovoltaicas são mais caras do que as placas convencionais e não tiveram o custo divulgado.

Células fotovoltaicas integradas às telhas de cerâmica: invenção das empresas italianas Area Industrie Ceramiche e REM, que une tradição à inovação. Fotos: Facebook/Reprodução/Tegola Solare

Células fotovoltaicas integradas às telhas de cerâmica: invenção das empresas italianas Area Industrie Ceramiche e REM, que une tradição à inovação. Fotos: Facebook/Reprodução/Tegola Solare

fonte: Gazeta do Povo


França inaugura primeira estrada solar do mundo

Rodovia coberta de painéis solares deve gerar energia para iluminação pública de uma pequena cidade da Normandia.

Estrada formada por painéis solares é vista após sua inauguração em Tourouvre, no noroeste da França (Foto: Charly Triballeau/AFP)

Estrada formada por painéis solares é vista após sua inauguração em Tourouvre, no noroeste da França (Foto: Charly Triballeau/AFP)

A França inaugurou nesta quinta-feira (22) a primeira estrada solar do mundo. A rodovia é pavimentada com painéis solares capazes de fornecer energia para a iluminação pública de Tourouvre, pequena cidade de 5 mil habitantes no noroeste do país, na região da Normandia.

O trecho de um quilômetro coberto com 2,8 metros quadrados de painéis solares revestidos de resina foi ligado à rede de energia elétrica local, segundo anunciou a ministra do Meio Ambiente francesa, Ségolène Royal.

“Este novo uso da energia solar aproveita grandes extensões de infraestrutura rodoviária já em uso para produzir energia sem ocupar novos espaços”, disse Royal por meio de um comunicado.

A ministra anunciou um plano de quatro anos para o “desenvolvimento das estradas solares”, com projetos iniciais na Bretanha, no oeste, e em Marselha, no sul do país.

Uma média de 2 mil carros trafega pela estrada em Tourouvre diariamente, testando a resistência dos painéis para o projeto desenvolvido pela empresa de engenharia civil francesa Colas, uma subsidiária do gigante da construção Bouygues.

A ideia, que também está sendo explorada na Alemanha, Holanda e Estados Unidos, é que as estradas sejam ocupadas por carros em apenas 20% do tempo, oferecendo vastas extensões de superfície para absorver os raios solares.

Na Alemanha, a inovação energética está em fase de testes num trecho de 150 metros perto da cidade de Colônia, no oeste do país. Nos Estados Unidos, o estado do Missouri trabalha na instalação de painéis numa pequena área perto da famosa Route 66, a estrada que atravessa o país.

A Colas diz que, em teoria, a França poderia se tornar independente de energia não renovável pavimentando apenas um quarto dos seus milhões de quilômetros de estradas com painéis solares.

Críticas à “estrada solar”
O projeto foi alvo de críticas de diversas organizações ambientalistas que consideram seu custo, de 5 milhões de euros, exagerado para a quantidade de energia que pode produzir.

“Sem dúvida é um avanço técnico, mas para desenvolver as energias renováveis há outras prioridades do que este brinquedo que sabemos que é muito caro, mas não funciona bem”, disse ao jornal Le Monde o vice-presidente da Rede para a Transição Energética (CLER), Marc Jedliczka.

O preço do quilowatt produzido nesta via solar chega a 17 euros, frente aos 1,3 euros para a geração de em uma instalação fotovoltaica – que produz volts de energia por meio da luz solar – em um telhado. Os especialistas destacam que as instalações inclinadas são mais eficientes na hora de produzir eletricidade, uma desvantagem desta iniciativa, pois está em posição horizontal.

Os responsáveis pelo projeto sustentam que o trecho inaugurado hoje é uma prova de que o preço da infraestrutura diminuirá à medida que aumente a demanda, o que barateará também o custo da energia produzida. Em 2020, disseram, o preço do quilowatt produzido em uma estrada solar será similar ao de outra usina de energia solar.

fonte: G1-globo.com

nota do portal Solenerg: É um bom teste. Os custos dos painéis fotovoltaicos vem caindo, e sua eficiência aumentando, gradativamente. Neste caso os custos não compensam mesmo, mas porquê uma tecnologia de estrutura e fundação ainda está em desenvolvimento para que os painéis possam suportar peso, as cargas em uma estrada – entre outras coisas, aqui também cobriram os painéis com uma resina especial. E também relembramos: A Solenerg vem apontando há algum tempo a necessidade de se implantar estudos – de impacto ambiental, micro clima e de comportamento prático da rede de energia elétrica da concessionária (on grid – ramal afetado) no entorno de grandes áreas cobertas por painéis fotovoltaicos.


Casas populares terão energia solar em São Paulo

Projeto piloto é uma parceria entre Secretarias Estaduais, distribuidoras de energia e CDHU, que prevê reduzir a conta de luz das famílias de baixa renda e fomentar a geração de energia fotovoltaica

Um trabalho conjunto das Secretarias de Energia e Mineração e da Habitação, por meio da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano), com as concessionárias de distribuição de energia, prevê a instalação de placas solares fotovoltaicas nas casas construídas pela CDHU, com recursos do Programa de P&D da Aneel, para a geração de até 80% da energia consumida pelas famílias. O projeto piloto tem como objetivo estabelecer um padrão para futuras construções, fomentar a energia fotovoltaica no setor residencial e aumentar a participação da geração solar na matriz energética do Estado.

Na primeira fase, serão instalados sistemas fotovoltaicos em 14 unidades habitacionais do Conjunto Habitacional em Pontes Gestal e mais outras 8 unidades no Conjunto Habitacional em Elisiário. Também está em desenvolvimento outros projetos semelhantes para 93 residências em São José dos Campos e 104 unidades residenciais na cidade de São Paulo.

Nesta primeira fase do projeto o morador não terá nenhum custo. Na segunda fase, os custos serão incorporados ao valor do empreendimento, de forma que estes sejam menores que o atual e que isto impacte da menor maneira possível no preço final da habitação. O preço total do imóvel tem que ser mantido dentro dos padrões dos programas da CDHU.

O convênio de cooperação assinado nesta quarta-feira, 21 de dezembro, faz parte do compromisso do Estado em reduzir as emissões de gases de efeito estufa, diversificar a matriz energética, aumentar a segurança energética e ampliar a participação de fontes renováveis no portfólio de geração de energia conforme determina o Plano Paulista de Energia (PPE) e a Política Estadual de Mudanças Climáticas (PEMC). A parceria vigorará pelo prazo de dezoito meses, contados da data de sua assinatura e poderá ser prorrogada.
“A geração de energia elétrica a partir do aproveitamento do potencial solar existente em território paulista se mostra imprescindível para o aumento da segurança energética, desenvolvimento do setor, geração de emprego e renda no Estado”, disse o secretário de Energia e Mineração João Carlos Meirelles.

Em 2015, as 16 milhões de residências no Estado foram responsáveis pelo consumo de 30% de toda energia consumida segundo o balanço energético publicado em setembro pela Secretaria de Energia e Mineração.
“Esta parceria do Governo do Estado com as concessionárias irá permitir consolidar esta iniciativa em grande escala. O objetivo é que os moradores possam economizar na conta de energia e incentivar o uso de energia renovável”, afirma o secretário da Habitação Rodrigo Garcia.

A Secretaria da Habitação desenvolve estudos e possui diretrizes para o aprimoramento da política de sustentabilidade dos empreendimentos habitacionais como o uso racional e aquecimento da água nas residências. Agora, esse projeto piloto vai estabelecer as recomendações, diretrizes e especificações técnicas para os próximos empreendimentos.

“A CDHU sempre buscou a inovação nos seus empreendimentos, com a introdução de tecnologias. Temos uma larga experiência com aquecedores solares, que ajudou a consolidar o seu uso em moradias em geral, não só nas casas populares. Agora a introdução de energia fotovoltaica é mais uma conquista da companhia e representa investimento responsável que traz o melhor retorno”, disse o presidente da CDHU, Marcos Penido. O uso de aquecedores solares em empreendimentos da CDHU gera uma economia de 12,7 mil MWH/mês, o que equivale ao consumo mensal de uma cidade de 311 mil habitantes, como por exemplo, Presidente Prudente.

As concessionárias AES Eletropaulo, Elektro, EDP Bandeirante, CPFL Energia e Energisa estão participando desses projetos em conformidade com Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), que determina para as distribuidoras a obrigatoriedade de investir 1% da receita operacional liquida em eficiência energética e pesquisa e desenvolvimento.

Sobre o potencial de geração solar no Estado de SP
A Subsecretaria de Energias Renováveis coordenou os estudos que apontam o potencial de energia solar do Estado de São Paulo para geração fotovoltaica de 12 TWh/ano.
O mapeamento dos níveis e faixas de irradiação mostram a viabilidade técnica e econômica para a geração de energia fotovoltaica entre as faixas de radiação anual de 5,61 e 5,70 kWh/m²/dia, considerando a melhor faixa de aproveitamento, correspondente a 0,3% do território paulista.
O estudo reúne 25 mapas que mostram o potencial de geração solar em cada uma das regiões do Estado de São Paulo.
Acesse o estudo da Energia Solar Paulista – Levantamento do Potencial, no site www.energia.sp.gov.br

Morar Bem, Viver Melhor
O Morar Bem, Viver Melhor é a Política Habitacional do Estado de São Paulo. Reúne todas as ações e investimentos da Secretaria de Estado da Habitação, como infraestrutura, urbanização, requalificação, acessibilidade, qualidade das construções e equipamentos, cuidados com o meio ambiente, inovações e qualidade de vida para as famílias atendidas.

fonte: GRUPO SEGS – PORTAL NACIONAL


Governo do Mato Grosso do Sul concede isenção de ICMS para minigeradores de energia elétrica

Incentivando a produção de energia renovável e o consumo consciente, o governo de Mato Grosso do Sul beneficia, desde o início de dezembro, consumidores residenciais, comerciais e de empreendimentos rurais que investirem na microgeração de energia elétrica renovável, como a energia solar fotovoltaica. O decreto nº 14.617, de 6 de dezembro de 2016, foi publicado isentando o ICMS sobre o excedente produzido.

O consumidor que optar por gerar a própria energia por meio de fontes renováveis pode trocar com a concessionária local seu excedente e obter descontos na conta de luz. O abatimento ocorre por meio da isenção do ICMS sobre a energia elétrica trocada entre consumidor e distribuidora.

Com isso, o consumidor pagará apenas o imposto sobre a energia consumida e, com a geração excedente, acumula créditos junto à distribuidora que podem ser usados como abatimento.

Para o governador Reinaldo Azambuja, a adesão de Mato Grosso do Sul ao Convênio do Confaz vai beneficiar a população na cidade e também no campo, além de promover o desenvolvimento de novas tecnologias de geração de energia renovável. “Nosso Estado era um dos únicos que ainda não havia aderido à proposta. Contudo, decidimos fazer parte desse projeto, uma vez que a medida está alinhada com nossa política de desenvolvimento sustentável”, reforçou.

Microgeração e minigeração de energia

O sistema de microgeração e minigeração distribuída são denominados como centrais geradoras de energia elétrica, com potência instalada menor ou igual a 100 kW para o primeiro, e, superior a 100 kW e menor ou igual a 1 MW para o segundo e que utilize fontes com base em energia hidráulica, solar, eólica, biomassa ou cogeração qualificada, conforme regulamentação da ANEEL, conectada na rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras.

Desta maneira é criado o sistema de compensação de energia elétrica, no qual a energia ativa gerada por unidade consumidora com microgeração distribuída ou minigeração distribuída compense o consumo de energia elétrica ativa.

Pelo sistema a unidade geradora instalada em uma residência, por exemplo, produzirá energia e o que não for consumido será injetado no sistema da distribuidora, que utilizará o crédito para abater o consumo nos meses subsequentes. Os créditos poderão ser utilizados por prazo determinado e as informações estarão contidas na fatura do consumidor.

A medida havia sido anunciada em outubro deste ano, durante reunião do governador Reinaldo Azambuja e a diretoria da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), após formalização do convênio ICMS 16/2015 do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Assim, a administração estadual fica autorizada a conceder isenção do ICMS nos termos do Sistema de Compensação de Energia Elétrica, estabelecido pela Resolução Normativa nº 482, de 17 de abril de 2012 da Aneel – que regulamenta a micro e a mini geração.

Sol como aliado

O Brasil é um país privilegiado em termos de insolação. De acordo com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), que considera os dados do relatório “Um Banho de Sol para o Brasil”, elaborado pelo Instituto Vitae Civilis, o país recebe energia solar da ordem de 1.013 MW/h anuais, o que corresponde a cerca de 50 mil vezes o seu consumo anual de eletricidade.

Os Estados brasileiros recebem, em média, entre 3 e 8 horas por dia de insolação. O Nordeste é a região de maior radiação solar, com média anual comparável às melhores regiões do mundo, como a cidade de Dongola, no deserto do Sudão (África), e a região de Dagget, no Deserto de Mojave, na Califórnia (EUA).

Apesar de todo esse potencial, o país tem um número muito pequeno de equipamentos que convertem energia solar em elétrica, decorrente entre outros fatores, dos altos custos dos equipamentos. No Brasil, o investimento em um sistema básico de placas fotovoltaicas tem seu retorno em aproximadamente seis anos, tendo uma vida útil de 30 anos, ou seja, após o período de amortização o utilizador não terá nenhum custo de energia.

Conforme dados da Secretaria de Desenvolvimento e Meio Ambiente de MS (Semade), atualmente existem 143 projetos de microgeração de energia elétrica renovável em Mato Grosso do Sul. O secretário Jaime Verruck salientou que com a permissão da compensação e a isenção do ICMS, a expectativa é aumentar a procura por investimentos nessa tecnologia. “Já temos alguns empreendimentos de usinas solares fotovoltaicas previstos para MS e um deles é na região de Cassilândia e Paranaíba. O governador nos solicitou e vamos criar um programa estadual de energias renováveis, pois além da energia fotovoltaica, temos outros projetos de biomassa previstos”, declarou.

Entre os benefícios desse tipo de geração de energia estão: redução da emissão de carbono, utilizando fontes de energia renováveis ao invés de combustíveis fósseis, ajudando a combater os efeitos da mudança climática; utilização de fontes de energia renováveis não esgota os recursos naturais da Terra; uso de recursos livremente disponíveis, tais como o vento e o Sol podem fazer os custos de energia de modo geral ser reduzidos; promoção de mercado de energia competitivo, uma vez que há menos dependência de grandes empresas de energia, garantindo que a energia acessível está disponível para todos, incentivado os usuários a pensar e usar a sua própria energia e educar outras pessoas; crescimento da indústria e geração de novos empregos.

fonte: MS Notícias


Brasil registra mais de 4 mil conexões de geração de energia fotovoltaica

A tecnologia de captação de energia solar tem aumentado sua eficiência nos últimos anos

O Brasil possui grande potencial para o desenvolvimento da energia solar. Até agosto deste ano foram realizadas 5.040 conexões de geração de energia pelo próprio consumidor – conhecida por micro e minigeração distribuída. Entre as energias renováveis mais utilizadas, a solar fotovoltaica é a fonte que mais se destaca, com 4.955 conexões. Os dados são da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Duas em cada três centrais de autogeração de energia foi instalada em 2016 Até o final de 2015, todos os países do mundo computavam uma potência instalada solar fotovoltaica de 234 GW

Duas em cada três centrais de autogeração de energia foi instalada em 2016
Até o final de 2015, todos os países do mundo computavam uma potência instalada solar fotovoltaica de 234 GW

De acordo com Rodrigo Sauaia, presidente da Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar), a busca pela geração de energia elétrica pelo consumidor vem aumentando.

Entre os locais com autogeração de energia fotovoltaica – conhecida também como centrais de autogeração de energia – cerca de 78% foram contratadas por residências, 15% por comércio e associações, e o restante, pela indústria.

Para Sauaia, o aumento da procura tem a ver com o aumento da conta de luz para o consumidor final no último ano, pois “é ele quem sente mais no bolso o aumento do preço da conta no fim do mês”, explica.

O Estado com o maior número de micro e minigeradores é Minas Gerais (1.226 conexões), seguido de São Paulo (711) e Rio Grande do Sul (564).

Incentivo

Para ampliar e aprofundar as ações de estímulo à geração de energia pelos próprios consumidores, o Ministério de Minas e Energia (MME) lançou, em dezembro de 2015, o Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica (ProGD). Com R$ 100 bilhões em investimentos do ProGD, a previsão é que, até 2030, 2,7 milhões de unidades consumidoras poderão ter energia gerada por elas mesmas.

O presidente da Absolar explica que, para o consumidor final, o investimento para geração de energia fotovoltaica custa cerca de R$ 15 a R$ 25 mil. Sauaia destaca que esse investimento demanda de 6 a 12 anos para se pagar.

Para o especialista em regulação da Aneel, Daniel Vieira, o consumidor vem percebendo que há vantagens na adoção do sistema, pois se paga muito antes da vida últil das placas solares, que têm 25 anos de garantia.

Oferta mundial

Até o final de 2015, todos os países do mundo computavam uma potência instalada solar fotovoltaica de 234 GW, considerando também a expansão de 52 GW no ano.

De acordo com dados da Agência Internacional de Energia (IEA), a geração solar poderá responder por cerca de 11% da oferta mundial de energia elétrica em 2050 (5 mil TWh). A área coberta por painéis fotovoltaicos capaz de gerar essa quantidade é de 8 mil km², o equivalente a um quadrado de 90 km de lado.

Para 2024, a estimativa do Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE-2024), é que a capacidade instalada de geração solar no Brasil chegue a 8.300 MW. A proporção da geração solar chegará a 1% da total. Os estudos do PDE 2025, em elaboração, sinalizam a ampliação dessas previsões.

Fonte: Portal Brasil, com informações da Aneel, Absolar e IEA


Inaugurada a 1ª usina solar em prédio do governo federal brasileiro

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Minas e Energia inaugura 1ª usina solar em prédio do governo federal

Considerando a vida útil do sistema, superior a 25 anos, um total de 161 toneladas de CO2 deixará de ser emitido

A geração de energia solar é importante para o País atingir suas metas assumidas na COP 21

A geração de energia solar é importante para o País atingir suas metas assumidas na COP 21.

O prédio do Ministério de Minas e Energia (MME) é o primeiro órgão do governo federal na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, a contar com sistema de geração de energia solar fotovoltaica conectado à rede de distribuição.

Com o sistema, inaugurado nesta quinta-feira (17), o local deixará de emitir 6,4 toneladas de CO2 na atmosfera e economizará cerca de R$ 70 mil ao ano.

Em entrevista ao Portal Brasil, o ministro da pasta, Fernando Coelho Filho, destacou que, além da economia de energia, o sistema instalado simboliza o compromisso do governo brasileiro com a utilização de fontes de energia renováveis, além da fonte hídrica.

O projeto é fruto de um acordo de cooperação técnica entre o MME e a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) para a instalação do primeiro sistema da Esplanada dos Ministérios, em Brasília, conectado à rede de distribuição.

 

 

Compromisso 

A instalação do sistema vai ao encontro do compromisso assumido na COP 21, quando o País se comprometeu a expandir o uso doméstico de energia gerada por fontes renováveis, além da energia hídrica, para ao menos 23% da matriz elétrica, até 2030.

O ministro enfatizou que “o presidente Michel Temer depositou na ONU o compromisso do Brasil, assumido na COP 21, de poder ampliar as matrizes energéticas renováveis além da fonte hídrica. O MME, responsável pela edição de políticas do setor, já gera parte da sua energia de forma sustentável e renovável”, comemorou.

Funcionamento

O sistema de geração distribuída solar fotovoltaica está instalado no telhado do edifício-sede do MME, dessa forma, será possível compensar parte da eletricidade consumida por meio de geração própria.

Foram instalados 154 painéis solares (1,0 x 1,64 m), sem a alocação de recursos do orçamento do governo federal. O investimento, estimado em de R$ 400 mil, foi viabilizado pela Absolar e seus associados.

Considerando a vida útil do sistema, superior a 25 anos, um total de 161 toneladas de CO2 deixará de ser emitido pelo sistema. Isso equivale a uma área de floresta de 3 mil m² ou cerca de 900 mil quilômetros rodados por carros de passeio das ruas do País.

A energia que venha a sobrar (por exemplo, o que for gerado nos finais de semana e feriados) será entregue à Companhia Energética de Brasília (CEB), e esse crédito poderá ser utilizado em até 60 meses.

Incentivo

A geração distribuída já é regulada no País, e o consumidor de energia elétrica pode fazer essa opção e solicitar a sua conexão à rede. A energia gerada pelo sistema fotovoltaico é de 20% a 30% mais econômica que a comprada em baixa tensão do sistema elétrico.

“É uma tendência natural no mundo todo. A instalação no ministério dá ao consumidor a confiança e o conhecimento necessários para que ele possa também adotar o mesmo tipo de sistema na sua casa ou na sua empresa”, declarou o presidente da Absolar.

Fonte: Portal Brasil, com informações do MME


Turma de novembro/16 pronta!

Nos próximos dias 17, 18 e 19/11 a Solenerg Engenharia realizará em Belo Horizonte a sua 40ª turma ( Quarenta já ! ) do Curso de projeto e instalação de geradores solares fotovoltaicos. Tudo pronto para mais 3 dias de intenso aprendizado, introduzindo profissionais novatos e experientes, juntos, no mercado de energia solar fotovoltaica.

solenerg-cursos-2O objetivo deste curso é apresentar as tecnologias utilizadas nesta forma de captação da energia solar permitindo aos participantes conhecerem características básicas da tecnologia, dos geradores e do mercado, parâmetros de avaliação, dimensionamento e instalação, propiciando uma capacitação para elaboração e análise de projetos conceituais, memoriais descritivos, diagramas e para trabalhos de instalação de micro geradores.

O curso é realizado de uma forma interativa e inclui uma parte expositiva, uso de software (PVSyst), práticas de campo e de dimensionamento de geradores autônomos e para conexão à rede (estudo de casos). Inclui visita técnica a uma instalação de geração fotovoltaica conectada à rede em operação. Serão entregues a cada participante certificado de participação, uma apostila e disponibilizado um pacote digital com o conjunto de slides e filmes apresentados, exercícios e documentos importantes.

cursos-solenerg-engenharia3Nesta etapa é concebido e projetado o sistema e especificado o equipamento necessário para o perfeito funcionamento da instalação. Esta etapa deve ser realizada por um engenheiro eletricista ou um profissional capacitado que tenha atribuições para realização de um projeto de baixa tensão com registro no CREA em comum acordo com o consumidor. Este profissional deverá registrar a Anotação de Responsabilidade Técnica no CREA de seu estado.

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Equipe Solenerg